UPDATE | Aulas de condução, celebrações de Abril e trabalhos manuais em espera!

O dias têm sido bem preenchidos este mês!

Desde horas extra no trabalho, a aulas de condução (ao sábado, inclusive), aos aniversários dos familiares que decidiram todos nascer em Abril, até aos crafts que tenho em hold, tem sido um mês de muito stress mas também de muitos momentos memoráveis!

Estou quase a meio das minhas aulas de condução e, como sempre soube e previ, não dou uma para a caixa!

A carta de condução foi algo que nunca almejei e sempre tive a certeza que não tinha nascido para conduzir. Apesar de ser algo, à partida, relativamente simples, tendo em conta que vários tipos de pessoas o faziam, sempre achei que não era para mim. E nunca me senti diminuída por isso. Era uma capacidade que não me assistia e estava tudo bem.

Pois esperei até praticamente ter 30 anos e deixar a pressão do estilo de vida que levo atualmente obrigar-me a fazer isto. E tem sido um stress. Não há dia em que não saia do carro e que não pense em desistir mas, como isso está fora de questão, é aguentar e tentar passar a tudo o mais depressa possível! Se calhar, não estou assim tão mal como pinto mas esta coisa da condução e eu já é uma antipatia antiga e estou a forçar a barra para que deixemos de ser inimigas. A ver vamos como corre.

Por outro lado, como anuncio no título, tem sido um mês de celebrações várias, com boa comida, boa bebida e muito convívio! Apesar de um pouco cansativo e de mexer com o bicho anti-social que às vezes me domina, não há nada como a descontração que advém de poderes celebrar algo com as de quem pessoas que gostas.

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Tofu com broa!

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Bolo de avelã (não fui eu que fiz)

A verdade é que a minha veia de animal social está seca há muito e reservo-me apenas aos eventos de família, mas tenho de dar-lhe um pouco mais de sangue, porque sei que me faz bem o equilíbrio, apesar de ter dificuldade em encontrá-lo.

Posto tudo isto, tenho pendente fazer as bainhas das cortinas da minha irmã e quero fazê-las como deve ser! Não como a lástima que fiz com os meus! Para isto, tenho de ressuscitar a máquina de costura que tem estado parada, morta. Sinceramente, não tenho tido grandes coisas que fazer com ela e depois de tentar fazer – e falhar redondamente – pensos de pano, deixei a costura um pouco de lado.

Tenho estado mais concentrada em outros tipos de crafts tipo esta coroa que fiz para oferecer a uma das minhas duas tias nascidas em Abril!

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E já tenho as caixas necessárias para começar a fazer a estante que prometi ao Mr. que, adivinhem, também faz anos em Abril xD. Tive de comprá-las visto que as pessoas das mercearias preferem deitá-las fora ou fingir que precisam delas a dar-mas!

Já tenho as lixas, os pincéis, o primário e só me falta um quintal para me armar nem carpinteira e fazer este trabalho, lol.

Se correr tudo bem, farei um post sobre esta façanha e mostrar-vos-ei o  resultado final!

Agora vou andando que hoje há almoço de família e domingo há outro! A partir de segunda, só bebo água, porque isto tem sido um abuso de comida… e vinho!

 

Boas celebrações a todos!

 

A*

 

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A Semana em Fotos #46

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  • Tirámos o pó à cadeira de passeio! (Andou meses a recusar andar nela)
  • Abril é mês de muitos aniversários nesta família e começámos com os 50 anos de uma das minhas tias!
  • Mais material para DIY !
  • Coisas boas de Paris! ❤
  • Com tudo o que tenho destralhado, de vez em quando lá entra uma coisa nova 😛

 

 

Boa semana!

 

A*

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A Semana em Fotos #45

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  • Finalmente consigo escrever no computador e no telemóvel!
  • Uma pausa a meio da semana para brincar com o amigo que também ESPANHOU!(Para o César Espanhar é nascer em Espanha).
  • O início do falhanço absoluto do “detergente” de roupa caseiro que tentei fazer!
  • O ilustree parrque do Bonfim chei’ da gente!
  • Estiquei o cabelo, já o consigo apanhar e, creio, já passei a fase do cabelo curto, oficialmente!
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A Semana em Fotos #44

Eu sei que desde NOVEMBRO que não há posts destes mas nunca é tarde para voltar ^^”

 

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  • O artista não só esgatafunha as folhas como ainda faz dele próprio uma tela!
  • Aquele pecado que relembra a infância.
  • Decidi, finalmente, arranjar uma cadeira decente!  (Marketplace do Facebook is your friend)
  • Do destralhe gradual: 35 vernizes doados! Passei a usar gel, por isso, adeus vernizes convencionais.
  • A minha cara de sexta à noite: Quero dormir!

 

Boa semana a todxs!

 

A*

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Primavera | Planos para dentro e fora de casa.

Dentro dos meus vários graus de blasfémia, o que mais está à vista é o meu gosto por paganismos e coisas antigas que, hoje em dia, pouca gente liga.

Ou melhor, liga mas conhece-as por outros nomes. 

Gosto de tradições e ritos de outros tempos e isso leva-me a um contacto e conexão maior com a Natureza e os seus ciclos. Não é que ande por aí nua à chuva a uivar à luz da Lua Cheia (nada contra quem o faz) mas há certas coisas ligadas a estes temas que gosto de fazer e é algo que me acompanha há muito tempo.

Uma da coisas que faço sempre é conjugar algumas mudanças, práticas e não só, com as mudanças de estação.

À semelhança do que vos falei na altura do Outono , a Primavera também trará algumas alterações no dia-a-dia e, certamente, uma atmosfera mais leve e alegre!

 

Organização – Em vez de tirar dias ou alturas específicas para fazer declutters massivos, resolvi ir por partes e sem pressa. Vou focando-me em itens concretos e vou, constantemente, retirando o que está a mais. A verdade é que a tendência é a acumular cada vez menos mas, também quero cada vez menos ou então ir trocando e renovando o que há.

Decidi doar a maior parte do que está a mais e só vendo aquilo que consigo mesmo. No worries, o meu principal objetivo é livrar-me das coisas e não recuperar parte do investimento que fiz nelas.

Decoração – As mudanças de estação acordam o monstro dos DIY’s em mim! Preciso de uma estante extra e ando de olhas naquelas caixas de madeira de transportar frutas e legumes e com ideias de fazer aí uma coisa gira.

Assim tipo isto:

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Eu sei que é um bocadiiiinho wishful thinking mas quero de tentar.

Ainda na decoração, vou mudar as cores das flores decorativas que estão na sala e na entrada, e provavelmente, vou usar a coroa que tenho guardada para fazer um arranjo mais primaveril do que aquele que tenho na sala.

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Plantas: É mesmo nesta altura que tornaria a minha casa num mato, se pudesse. Como não posso, contentei-me em arranjar uma fatsia japonica para o nosso escritório e dar-lhe um ar mais acolhedor.

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Quem sabe se em breve *tento* novamente plantar algumas ervas de forma a reaproveitar também algumas coisas que se tornariam lixo e, finalmente, poder ter algumas plantas criadas por mim em casa. Tentei fazer há dois anos mas foi assim a modos que um fail, por isso, se o fizer desta vez, tem de ser mesmo com muito cuidado e dedicação.

 

Fora de casa: Com o tempo a ficar mais convidativo para passeios, tenho pensado que, muitas vezes por falta de solução de transporte, nos cingimos muito a passeios citadinos, centros comerciais e coisas do género…mas eu quero mesmo é campo e praia sempre que for possível. A ver se este ano começo a aproveitar melhor as praias e se vejo mais verde. Nem que seja para ir ao parque aqui ao lado de casa! Definitivamente que, com a chegada da Primavera, vou ver se este ano consigo encontrar a paz e a calma que só dá para encontrar na Natureza mesmo.

 

 

Por aí têm algum hábito ou ritual típico desta altura que queiram partilhar?

 

A*

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Receita | Bife Wellington Vegetariano

Frequentemente, temos família e ou amigos a jantar connosco e, facilmente, tornamo-nos um número considerável de pessoas à mesa, o que merece um planeamento mais cuidado no que diz respeito à ementa.

Como eu gosto de cozinhar, estas alturas são sempre um motivo para pesquisar e tentar novas receitas ou inspirações, por isso, é natural ver-me agarrada ao Pinterest na noite anterior (ou no próprio dia) à procura de receitas que me façam click!

Desta vez, decidi testar fazer Bife Wellington, depois de ter visto esta a receita.

Ingredientes:

  • Massa folhada (comprei feita)
  • Caneca e meia de soja granulada
  • 3 canecas de água para demolhar a soja.
  • Azeite para refogar
  • 2 cebolas picadas
  • 3 alhos picados
  • 1 alho francês
  • 3 colheres de sopa de molho de soja
  • 3 colheres de sopa de ketchup
  • 2 colheres de sopa de massa de pimentão
  • 1 caldo de legumes
  • 300 gr de caju natural
  • Pão ralado q.b
  • Noz moscada
  • Sal
  • Pimenta
  • Ovo batido para pincelar (Na receita original sugere pincelar com uma mistura de xarope de ácer e bebida vegetal)

 

Preparação:

Começar por demolhar os cajus e reservá-los.

De seguida, ferver 3 canecas de água e juntar-lhes a soja granulada. Depois de fervida ,e instantaneamente demolhada, passar a soja por água fria e reservar.

(Vi esta técnica no blog da Susana e, com este método, acaba-se com aquele sabor a cartão amargo da soja)

Refogar no azeite a cebola, os alhos, o alho francês bem picado, juntar o caldo de legumes e, quando já estiver tudo translúcido, juntar a soja, o molho de soja, a massa de pimentão, o ketchup, sal, pimenta e noz moscada. Deixar cozinhar.

Enquanto isso, retirar água dos cajus e picá-los no processador de alimentos ou, como eu fiz, com a varinha mágica. Os cajus são bastante gordurosos, pelo que é preciso paciência. O resultado é uma massa bastante densa que deve ser adicionada ao preparado da soja. Envolver tudo muito bem e deixar cozinhar mais uns minutos.

Depois disso, retira-se a massa para um recipiente e junta-se-lhe o pão ralado. Esta parte fiz a olho, simplesmente porque o pão ralado serve para dar firmeza à massa e a quantidade vai depender do quão liquido está o vosso preparado. Eu tentei ao máximo fazer com que ficasse o mais seco possível para não ter de juntar uma quantidade obscena de pão ralado porque, em demasia, acaba por cortar os temperos.

Reservar a massa no frigorífico durante algum tempo, até arrefecer totalmente.

Pré aquecer o forno a 180 graus e, quando a massa estiver fria, moldá-la em forma de cilindro e colocá-la no meio da massa folhada. Cortar os lados da massa em tiras (cerca de 10) e entrançá-los ou juntá-los da forma que vos aprouver. Pincelar com o ovo batido, ou outra mistura, e levar ao forno até dourar a massa.

Acompanhei com arroz basmati e umas beringelas fritas com mel.

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Esta receita é ótima para apresentarem aos vossos amigos/família carnívoros.

Experimentem e partilhem as vossas opiniões!

 

A*

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Depilação Definitiva – Laser Díodo | A minha experiência.

Quem me conhece sabe que sempre lutei com a extrema pilosidade com a qual fui agraciada pela Mãe Natureza! Sim, sou uma lobismulher e, para agravar ainda mais a situação, sempre preferi fazer depilação com lâmina por ser indolor, mais conveniente, e quase a custo zero.

Resultado? Pêlos, pêlos everywhere!

Ir à praia nunca pôde ser algo espontâneo pois tinha sempre de saber com antecedência para poder depilar-me na hora antes de ir! E depois sofrer coma água salgada a entrar-me pelos poros dentro e ficar toda marcada. Saias, calções e coisas que mostrem as pernas também só com muito planeamento prévio. Enfim, uma chatice e um condicionar de coisas que deviam, simplesmente, acontecer sem muita preparação.

Nada fixe.

Gostaria de ser como aquelas mulheres que não se depilam e renunciam aos padrões patriarcais que dizem que os pêlos das mulheres devem ser extraídos mas, identidades de género e normas sociais à parte, eu não gosto de pêlos.

Assim sendo, decidi, finalmente, investir na depilação definitiva.

Há alguns anos que queria fazer isto e o meu plano era tê-lo feito em 2016, quando ainda vivia em Madrid. Era mais caro mas também havia tanta oferta que tinha a certeza de que iria encontrar algo. A questão é que engravidei nesse ano e isso ficou adiado!

De regresso a Portugal, vejo que o centro onde faço as unhas de gel (estou uma dondoca, peeps) também faz depilação com laser díodo. Visto que era possível conciliar o horário das sessões com o meu trabalho fora e dentro de casa, que os valores eram simpáticos e que as colaboradoras do centro já tinham feito e falado maravilhas, nem pensei duas vezes.

O laser díodo é a tecnologia aconselhada para mulheres e homens que têm pele e pêlo mais escuros (como eu) e para quem quer abranger zonas maiores do corpo como pernas, costas e peito. Eu optei por ir em grande e estou a fazer da cintura para baixo: perna completa, virilha completa e também abaixo do umbigo.

Cada sessão dura cerca de 30 minutos e eu notei diferença logo após a primeira! Pela primeira vez, passei a lâmina nas virilhas e não senti aqueles piquinhos irritantes e quando dei por mim, já tinha passado uma semana e nada de pêlos. Nas pernas, já quase nem vejo os poros (e alturas houve em que pareciam morangos de tão marcados eram os poros em certas áreas) e as marcas dos pêlos encravados diminuíram significativamente. Há zonas onde os pêlos são mais fortes e custa mais a ter resultados tão rápidos mas, mesmo assim, o crescimento já não é tão agressivo.

Agora, uma coisa é certa, esta coisa DÓI! Não dói em todas as zonas mas algumas delas, é de dar aquele esticão básico na marquesa! A cera dói mais, é um facto, mas é uma dor rápida e isto é mais sádico. Provavelmente, como estou quase no patamar masculino custa-me mais e como sou uma florzinha que também só usou cera umas duas vezes na vida, a pele não está habituada à dor.

Ainda assim, vale muito a pena e apesar de ser apenas uma questão estética, estou muito contente por poder passar o Verão sem me preocupar se pareço o Lobo Mau de saias…!

Já fiz 3 sessões precisarei de , pelo menos, mais 3.

Já fizeram? Que tal os resultados?

 

A*

 

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UPDATE | 30 anos, desmame à vista e planos para isto.

Vamos fingir que isto não esteve ao abandono e seguir o baile como se nada fosse!

Começo por desejar um bom 2019 a todos, cheio de tudo aquilo que almejam alcançar e muita força na perninha para o conseguir!

Para mim o ano novo começa um dias mais tarde, porque faço anos a 20 de Janeiro e, normalmente, as minhas “resoluções” aplicam-se a partir do meu aniversário. Acho que faz mais sentido.

Este ano foi especial porque fiz 30 anos e nunca pensei pensar tanto sobre o assunto, que me batesse tanto. Sinto-me igual, claro, a questão é que sempre fui bastante consciente da idade e, desde sempre, quis ser adulta e ter 20 e tal anos, mas nunca pensei nos 30! Acho que, para mim, isso era muito, muito à frente e 30 anos já era aquela idade respeitável de adulto semi-velho e eu queria ser adulta mas jovem. Entendem?

Posto isto, tenho a dizer que, apesar de tudo, continuo a achar que o tempo e a idade fazem maravilhas por nós e que, acima de tudo, é um sinal de que cá continuamos a aproveitar esta vida curta que nos foi cedida. De resto, continuo a fazer tudo igual mas agora já posso ser irritante e bater com a mão no peito e dizer que tenho 30 anos e que não nasci ontem. Calha a todos.

No departamento sou-mãe-socorro, vejo o desmame aproximar-se cada vez mais e não consigo explicar o alívio que tem sido para mim ver decrescer as ânsias do petiz em ter a “teta“! Já escrevi mais que uma vez aqui que sou pró-amamentação, prolongada inclusive, mas já estou cansada e sinto que está na hora de fecharmos este capítulo.

Alturas houve em que tentei ser eu a tirar, mas o caos era tanto que mais valia o pequeno sacrifício de continuar até ele ir largando sozinho. E é isso que está a acontecer, naturalmente e sem stresses. Já não mama de dia e de noite também quase nada e já adormece muitas vezes sem ser na mama. Milagre do senhor!!!

Falando agora deste estaminé, a verdade é que não tenho grandes planos para isto mas como manter este blog é um exercício de self-care, vou continuar a partilhar o que me for aprazendo com o passar do tempo. Os temas podem ir variando mas o core será sempre o mesmo. A frequência de publicações vai variar consoante a minha vontade, tempo e disposição.

 

Já tenho 30 anos, não tenho idade para fazer as coisas como os outros querem!

 

…eu avisei!

 

 

A*

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Guest Post | ANTEPASTO DE BERINGELA | Blog – Quebra do Silêncio.

Não podia deixar de fora a Mel, do blog Quebra do Silêncio, que de vez em quando nos presenteia com receitas deliciosas e sem crueldade.
Desde que descobri este maravilhoso antepasto de beringela, cortesia do Pasta and Roll, que não faço outra entrada para a mesa natalícia. É uma receita que junta contraste com subtileza, ao conjugar a doçura dos pimentos com a textura macia da beringela e a acidez suave do vinagre. É deliciosa tanto quente quanto fria e acompanha bem fatias de pão macias ou ligeiramente tostadas. Já fiz tanto a receita original como ligeiramente mudada, sendo que em ambas os sabores são basicamente iguais e a essência do antepasto é respeitada. Na descrição optei por partilhar como faço e nos ingredientes aqueles que uso. No vídeo poderão ver a receita original.
Ingredientes:
3 beringelas
3 cebolas
1 pimento vermelho
1 pimento amarelo
200g de azeitonas pretas ou verdes
150ml de azeite
200ml de vinagre
5 folhas de louro
5 a 8 dentes de alho esmagados
Orégãos, sal e pimenta preta a gosto.
Preparação:
Fatiar os pimentos (1cm de espessura), as cebolas (em meia lua, não muito grossas) e as beringelas (1cm de espessura).
Cortar as fatias dos pimentos ao meio e as das beringelas em três.
Colocar todos os vegetais numa assadeira, Acrescentar o vinagre, o alho, o louro, os orégãos, o sal e a pimenta. Acrescentar com azeite suficiente para untar muito bem.
Misturar tudo com as mãos.
Levar ao forno e mexer ocasionalmente.
Retirar assim que estiver bem desidratado. É um processo demorado e que depende da temperatura e da potência do forno, variando de 2 a 4 horas.
Remover as folhas de louro. Juntar as azeitonas, misturando-as no antepasto.
Guardar o antepasto num pote e hidratá-lo com bastante azeite.

 

 

Para receitas veganas, direitos dos animais e dicas de como viver incluindo o menos crueldade possível nos nossos hábitos, vistem o blog!

 

A*

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Guest Post | Empadão de Hokkaido com Ragôut de Cogumelos | Blog – Sardinha Fora da Lata.

Assim que decidi fazer esta série de guest posts com receitas para a quadra Natalícia, soube que a Luísa seria uma das pessoas a convidar. Fiquei mesmo contente quando, prontamente, recebi a sua resposta a dizer que tinha todo o gosto em enviar-me a sua receita para publicar aqui.

Autora do blog Sardinha Fora da Lata, a Luísa não só nos apresenta pratos deliciosos como alimenta os nossos olhos com o seu admirável trabalho fotográfico.

Sem mais demoras, segue a receita:

 

Estou em crer que este Natal os animais vão sair do cardápio de muitas pessoas. Há cada vez mais pessoas adeptas de uma alimentação vegetariana e isso deixa-me muito feliz. Por isso mesmo, assim que a Andreia me convidou para criar uma receita 100% vegetal para ela partilhar no blog, nem pensei duas vezes, aceitei logo.
Ingredientes: (4 pessoas):

• 1 kg de abóbora hokkaido crua

• 500 g de cogumelos Marron (pode ser outro ou uma mistura de vários)

• 100 g de cebola

• 10 g de alho

• 100 g de ervilhas

• 200 g de cenoura

• 300 g de batata

• 100 g de azeite

• 1 folha de louro

• Pimentão doce a gosto

• Alho em pó a gosto

• Manjerona a gosto

• Sal a gosto

• Pimenta preta a gosto

• Noz moscada a gosto

• Água
Preparação: 
Lava-se e corta-se a abóbora em fatias, dispõem-se as fatias num tabuleiro com um fio de azeite e sal e leva-se a assar no forno a 160º C até a abóbora tostar. De seguida passa-se para um processador de comida, junta-se pimenta preta e noz moscada moída e reduz-se a puré, reserva-se. Num tacho põe-se a cebola e o alho picado a estrugir em azeite juntamente com a folha de louro. Quando a cebola alourar acrescentam-se os cogumelos, grosseiramente picados, com o pimentão doce, o sal, o alho em pó e a manjerona. Envolve-se tudo muito bem. Quando os cogumelos reduzir de volume adiciona-se a batata em cubos, a cenoura cortada a gosto e as ervilhas, mexe-se e cobre-se com água a ferver. Deixa-se cozinhar em lume brando até a cenoura ficar tenra. Não esquecer de rectificar temperos. Quando estiver pronto coloca-se o ragôut num tabuleiro, cobre-se com o puré de hokkaido e vai ao forno até dourar por cima.

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Visitem o blog da Luísa para mais receitas veganas e inspiração no geral!

 

A*

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